| “Ilusionistas” é uma obra bela, corajosa, desconcertante e, sobretudo, bem vinda.|

— por Luiz Felipe Botelho, dramaturgo. Fevereiro, 2013. —

Espetáculo rico em sua inventividade desavergonhada, complexo em sua aparente simplicidade e poderoso na impressão de corporalidade “reiventada” e no bem explorado despojamento de sua cena. Trabalho corporal impressionante (pela precisão e exploração de limites da voz e de partes do corpo) e comovente (pela entrega incondicional e apaixonada ao que se propõe em cena). “Ilusionistas” é uma obra bela, corajosa, desconcertante e, sobretudo, bem vinda.



INVOLUNTARIAMENTE, 2007.
MORDER A LÍNGUA, 2014
CASA GRANDE & SENZALA, 2001.
OBRAS NA FACHADA, 2004.