OBRAS NA FACHADA, 2004.

“Nas janelas, nas varandas, nas paredes ou no telhado. Do interior para o exterior ou ao contrário. Obras na Fachada: todos os dias, todo o dia, a todas as horas. Nesta peça vamos trabalhar na linha da fachada, num espaço o mais pequeno e o mais difícil de definir possível. Tomamos como ponto de partida uma tensão entre a vontade irresistível de fugir daqui e uma necessidade absoluta de ficar, a dicotomia e as contradições entre espaço público e espaço privado, utilizando a fachada como interface, linha de fronteira entre o território Casa e o território Rua. Ao longo de 18 dias consecutivos e ininterruptos desenvolver-se-ão Obras na Fachada: uma forma de sentir a Rua, de intervir na Rua e de reagir à Rua, sempre a partir da Casa. A peça é constituída por diferentes intervenções na fachada feitas por atores e músicos ao longo das 24 horas do dia. O trabalho vai-se modificando ao longo do tempo.”

— Lúcia Sigalho.

 

[ FICHA TÉCNICA ]

elemento 6-02

Sensurround — Companhia de Teatro

Com  Joana Furtado, Marta Furtado, Afonso de Melo, André Amálio, Felix Lozano, Victor Gonçalves, João Lima, Gustavo Sumpta e Lavínia Moreira.
Luzes — Daniel Worm D´Assumpção . Assistência de Encenação: Annick Feit



PALAVRA PLÁSTICA, 2009.
ESTIMADA VENTAFOCS, 2008.
OBRAS NA FACHADA, 2004.
EM TRÂNSITO, 2013.